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Fapur e UFRRJ apresentam o Parque Ecotecnológico da Baixada Fluminense no Rio Innovation Week

  • há 48 minutos
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A fundação se junta ao Departamento de Inovação da UFRRJ para apresentar um projeto ambicioso que tem parceria do BNDES e das prefeituras de Seropédica e Itaguaí.


O estande da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, que fica no Rio Innovation Week até 7 de agosto, traz a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica (Fapur) e o Departamento de Inovação para apresentar o Parque Ecotecnológico da Baixada Fluminense. O projeto será um polo de inovação sustentável planejado para ocupar cerca de 88 hectares do campus de Seropédica, com foco em pesquisa aplicada, energias limpas e parcerias com o setor produtivo.



No evento, o espaço fica localizado no armazém Kobra, em frente ao Palco 30, e conta com um time pronto para informar sobre os futuros projetos da UFRRJ e da Fapur. Davi Avillez, analista de projetos da Fapur, avalia a experiência como uma satisfação pessoal. “É muito maneiro fazer contato com pessoas novas, de outras fundações, outras universidades, potenciais financiadores e, até mesmo, fornecedores para compra de equipamentos de projetos. Você tem uma visão global de como acontecem as movimentações e os processos. Então, está sendo muito interessante”, expressa Davi.


A Fapur será responsável pela gestão administrativa e financeira do Parque, enquanto o BNDES auxilia na estruturação imobiliária de 1.139,6 hectares da área do campus de Seropédica. “A gente fica responsável pelo gerenciamento dos recursos e pela parte administrativa. Então, a gente faz toda a parte burocrática: pagamento de bolsa, compra de equipamentos, licitação, prestação de contas e transparência dos recursos públicos que a gente vai ficar responsável por gerir”, explica Davi.


Participação estratégica


De acordo com Daniela Consentino, diretora-adjunta da Agência de Inovação da UFRRJ, a participação no evento é estratégica. “Já recebi visita de ex-alunos da Rural que abriram empresas recentemente e estão buscando parceria para aumentar o negócio. Eles já estão buscando o local do Parque. O público está tomando conhecimento dessa grande obra”, avaliou a professora.


Uma das principais missões do Parque é a transformação da Baixada Fluminense e levar tecnologia e conhecimento para além dos grandes centros urbanos. “É uma demanda da região, porque não temos nada na Baixada Fluminense que oferte esse tipo de serviço para a comunidade. E nós, como a maior universidade da região, já temos essa identidade”, completa Daniela.





 
 
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