Fapur marca presença na pré-estreia de documentário baseado em pesquisa de professor da UFRRJ
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"João Cândido: Um Herói Sem Máscara" conta a história de João Candido, líder da revolta da chibata e a luta pela inserção de seu nome no livro de Heróis da Pátria.
Por Ana Clara Tavares e Ruan Fernandes

A equipe da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica da UFRRJ esteve presente no Museu de Arte Moderna do Rio (MAM-Rio), no último dia 14 de maio, para a pré-estreia do documentário “João Cândido: Um Herói Sem Máscara”. Dirigido por David Obadia e com pesquisa e roteiro de Álvaro Pereira, professor da UFRRJ, o projeto audiovisual tem como proposta contar a história de João Cândido, militar brasileiro da Marinha de Guerra do Brasil e líder da Revolta da Chibata em 1910.
O evento recebeu a família de João Cândido, como sua neta e bisneta, com destaque para seu único filho vivo, Candinho, que recebeu o certificado de reconhecimento e gratidão histórica do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
Caroline Reis, secretária-executiva do Ministério, entregou o certificado e destacou a importância da preservação da história do Almirante Negro. “João Cândido ousou afirmar que homens negros não poderiam continuar sendo explorados e violentados mais de 20 anos após a abolição. Por isso, contar a história de João Cândido é um dever do Estado brasileiro e de toda a sociedade. Resgatar sua memória é um ato de justiça histórica e uma necessidade para a gente reconstruir ou construir um futuro baseado na igualdade, na dignidade e nos direitos humanos”, expressou Caroline.

A Fapur esteve envolvida na gestão da pré-produção e produção do documentário. Para representar o time, estiveram presentes: Vitor Oliveira e Paulo Vitor Almeida, do setor de Compras; Sandra Vila Nova, representante do Departamento Pessoal; Larissa Santos, do setor de Projetos; e Ana Clara Tavares e Ruan Fernandes, responsáveis pela comunicação da Fundação.

Sandra, analista de Departamento Pessoal, destacou sua experiência na pré-estreia: “Para mim, foi uma alegria tão grande saber que poderia participar do evento sobre a história do Almirante Negro, figura que conheci, ainda que vagamente, através da música de Aldir Blanc, nos anos 90. Aprendi muito sobre a história do Sr. João Cândido, mas, acima de tudo, aprendi a refletir e me conscientizar ainda mais sobre o lugar do povo preto no Brasil, mesmo sabendo que, até hoje, parte dessa história ainda é contada às avessas”, defendeu Sandra.
